Reprodução Humana: Homem é coisa ultrapassada

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Os cientistas da University of Newcastle scientists acabam de determinar que a participação masculina nessa tal de reprodução é coisa do passado.

Esse grupo de auto denominados cientistas publicaram um trabalho informando que conseguiram criar células reprodutoras masculinas através do uso de células tronco embrionárias femininas.

O time liderado por um tal de Prof Karim Nayernia já havia conseguido criar células reprodutivas masculinas usando a medula óssea masculina e agora estão tentando o mesmo usando medula óssea feminina já que esse processo será muito mais simples e eficaz. Eficaz para quem?

Essa nova tecnologia implica que em breve casais de lésbicas não precisarão de um amigo que dance bem para ter filhos.

Ok! Será que esse Prof Karim Nayernia tem idéia da encrenca que está arrumando? Não que as Lésbicas não mereçam essa independência. Mas eu bem que gosto da minha participação nesse tal de processo reprodutivo.

Aliás, por falar nisso, eu estou supondo que esse Prof. Karin seja homem e dance muito, muito bem.

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One thought on “Reprodução Humana: Homem é coisa ultrapassada

  1. “Ok! Será que esse Prof Karim Nayernia tem idéia da encrenca que está arrumando? Não que as Lésbicas não mereçam essa independência. Mas eu bem que gosto da minha participação nesse tal de processo reprodutivo.”

    Encrenca? Mas qual encrenca? E, já agora, onde é que a sua participação no processo reprodutivo fica beliscada pelo facto de casais de lésbicas poderem vir a ter filhas com o ADN de ambas?

    Ó Frank, não acredito que o seu amor próprio e egocentrismo sejam tão elevados a ponto de, secretamente, desejar participar com o seu ADN em todos os processos reprodutivos!

    O facto de já ser possível, em termos científicos, casais de lésbicas terem filhas – só podem ter filhas porque as mulheres não possuem cromossoma Y – isso não significa que os homens não possam ser pais. Ao fim e ao cabo, as lésbicas, a crer nas estatísticas veiculadas, são só 10% da população feminina mundial. Assim, diga-me Frank, onde está a encrenca e o seu receio?

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