Não foi o bing-bang, foi um pifffff… enquanto isso nos EUA

Standard

Pesquisadores do antigo e antiquado Tevatron no Fermilab, como não tinham nada mais interessante para fazer enquanto aguardavam o pessoal do LHC tampar todos os buracos do imenso acelerador de partículas que vai revolucionar o conhecimento da física, ficaram fazendo o que eles gostam mais. Pesquisa.

O resultado dessa pesquisa foi a descoberta de uma nova série de partículas cujo comportamento não pode ser explicado pela física que temos hoje.

Se o resultado não foi provocado por algum comportamento anômalo ou inesperado da experiência em si, pode ser a mais importante descoberta da física em décadas. Physics World.

O fato é que a coisa descoberta é tão inesperada e tão destoante do que conhecemos hoje que um terço dos 600 pesquisadores envolvidos na pesquisa estão se recusando a colocar os nomes no paper que será publicado.

Simulated Bubble Chamber
Creative Commons License photo credit: Erik Charlton

A análise do resultado de algumas colisões de prótons e anti-prótons mostrou a existência de um excesso de partículas múons.

E ai começou a controvérsia.

Alguns acreditam que o excesso de muons tenha sido causado pela criação de uma partícula desconhecida que decaiu em muons. Entre os que defendem essa tese estão teóricos da Matéria Escura em cuja teoria existe a necessidade de uma partícula ainda não detectada. Outros acreditam que está na hora do pessoal da manutenção do Tevatron limpar as lentes das cameras e sensores.

Nessa história ainda teremos muitos múons para analisar.

Falando de LHC. Lembram do super acelerador de partículas com centenas de níves de checagem, com vários níveis de redundância, com milhares de técnicos e cientistas mobilizados apenas para que nada desse errado? VAZOU!.

4 thoughts on “Não foi o bing-bang, foi um pifffff… enquanto isso nos EUA

  1. J.T.O

    Artigo até interessante… mas ô textinho mal escrito, viu?! Tirando os erros de digitacao, tem-se:
    Primeiro paragrafo: Antes de “Ficaram” é uma virgula, nao um ponto!
    Quinot parágrafo: “…de uma partícula ainda não detectada mas, também…” Hã? “mas”? nao seria “e tambem”, ja que sao outras pessoas alem das pre-citadas que concordam com a teoria? E essa virgula, separando sujeito e predicado?!?! Regra numero ZERO da alfabetizacao: Virgula nunca separa sujeito e predicado.
    Pra terminar, o paragrafo conclusivo trás uma informacao nova (sobre algum vazamento…) e nao explica nada. QUE GRANDE CONCLUSAO, EIN?! 😀

  2. Warguest

    E ainda tem gente que perde tempo fazendo “correcoes de portugues” nos textos. O que interessa aqui é a mensagem e nao os erros de “portugues” (pode-se dizer que é errado chamar portugues. Pelo que entra seria uma lingua chamada “brasiliense” ou afro portugues)…

  3. Gabardo

    Caro J.T.O., seu lugar é lecionando em cursinho, não lendo texto científico. Quando meu pai era menino, farmácia era escrito ph e dai, importante é o conteúdo.

Comments are closed.