Impressionante. A Wired reporta que foram detectados virus em alguns laptops da Estação Espacial. Isso mesmo. Aquele laboratório hiper-seguro e hiper-controlado que está em órbita.

Segundo a mátéria a Nasa se recusou a divulgar o nome do virus encontrado, mas um site especializado em tecnologia espacial reportou que tratava-se do W32.Gammima.AG worm um wormzinho de quinta especializado em roubar senhas de sites de jogos online. Nada demais.

A matéria também reporta que essa não é a primeira vez. Que todos os equipamentos que entram na estação espacial são scanneados e blá, blá. blá.

O que não foi dito é se esses laptops estão ligados a algum sistema essencial da Estação Espacial. Ou por que é permitido a entrada de sistemas operacionais notadamente inseguros em um ambiente como esse.

Caramba! Isso não é Ciência de Foguetes!

Universidades da Inglaterra estão criando enxames de pequenos robôs capazes de se unirem para criar uma máquina mais complexa para executar tarefas em ambientes de difícil acesso.

Por equanto ainda estão em fazes de testes. A tecnologia deve atingir seu auge no ano de 2025.  Os robôs funcionais apresentados no vídeo são falsos. Os verdadeiros ainda encontram alguns problemas muito complicados como, por exemplo, a borda de uma mesa. Como ressaltou o locutor.

Você pode ver um outro exemplo, mais recente aqui. Ou manter-se atualizado nessa tecnologia seguindo o seguinte link.

Semana passada eu sofri na berlinda em uma mesa de ecologistas de carteirinha, todos amigos e todos leitores de blog. Corria solto o papo sobre a degradação do meio ambiente e as soluções que estão surgindo aqui e ali em ritmo frenético. Há um certo ponto, meio sem pensar e um tanto tonto pelo vinho, saquei uma pérola: Não demora muito e vamos começar a revirar os lixões em busca de matéria prima.

Quase apanhei! Ouvi 20 minutos de argumentos que iam desde doenças até falta de viabilidade econômica. Os quais, ainda no rítmo do vinho, contestei sem pestanejar e, já que estava na berlinda apanhei feito cachorro vadio mas não desisti e cai lutando. E não tardou para que meu ponto de vista fosse o derrotado. Não só derrotado, humilhado, espezinhado…

accidental landscape
Creative Commons License photo credit: chelseagirl

Nada como um dia depois do outro. Ou uma semana.

Saiu hoje no site da ABC uma matéria extensa sobre os estudos que estão sendo conduzidos nos EUA, Europa e Asia sobre adivinhem! A viabilidade econômica de se usar os lixões como fonte de matéria prima. Me sinto vingado.

A premissa é que com a manutenção do preço do petróleo acima dos US$100 o barril, a retirada do plástico que está acumulado nesses reservatórios de dejetos humanos pode vir a ser uma atividade econômica viável. Leia-se lucrativa.  Com alguns benefícios extras e meio que passados, como a utilização do gás produzido pela decomposição natural de resíduos orgânicos e a óbvia recuperação da área.

É claro que ninguém está provando dos prazeres de Baco quando inicia um estudos destes que custa alguns milhões de dólares.

Aqui mesmo, em terras tupiniquins temos algumas iniciativas interessantes quanto a isso.  Basta dar uma olhada no projeto de São Paulo. Mas, na matéria da ABC e na opinião que eu tentava defender, o principal não é o gás. São os plásticos e os metais que estão lá, disponíveis prontos para uso.

Como diria um personagem de desenhos animados da década de 80: Mas eu te disse! Eu disse…

Na verdade, o ponto de vista não era meu, nunca foi. Tratava-se apenas de uma memória reprimida da segunda crise do petróleo. Onde tudo isso que estamos vendo agora em termos de busca de soluções já estava sendo pensado e tentado. Derepente o preço do petróleo caiu novamente e pimba. Voltou tudo a estaca zero. Quem sabe se nessa década, mesmo que o preço caia, com o advento da internet e das novas tecnologias as alternativas de reciclagem e de criação de outras fontes de energia perdurem.

Mais um? Física? Caramba! Desculpem a falta de imaginação. Eu gosto destes jogos que fazem você pensar e tentar contornar as limitações do mundo Real.

Fantastic Contaption é um jogo simples. tudo que você tem que fazer é econtrar uma forma de fazer com que uma pequena engrenagem rosa chegue até uma área também rosa usando algumas engrenagens, cabos etc…

Veja o tutorial. O  jogo é simples depois que você entende como funciona. Então assista o tutorial.

Fantastic Contaption, um jogo em flash

Large Hadron Collider, o imenso acelerador de partículas com mais de 34Km de comprimento no subsolo de Genebra está ligado e já começou os testes para a grande colisão prevista para o dia 10 de Setembro próximo.

Apesar da lenda urbana da inevitável destruição do sistema solar, os cientistas do Cern começaram os testes e ajustes para fazer a máquina funcionar. O Telegraph de Londres publicou uma matéria com a foto dos primeiros feixes de protos sendo acelerados e alguns dados interessantes sobre o experimento.  A foto é essa a seguir e mostra um feixe de prótons, como pode ser detectado em um dos pontos de observação do LHC.

feixe de prótons em aceleração

Não sou especialista, mas não lhe parece que o feixe está um pouquinho fora do centro? Ai, ai, ai… começo a ficar preocupado com esses caras.

A câmara de aceleração já está resfriada a temperatura de -270 graus célsius. Nessa temperatura o gás hélio se torna o líquido hélio o qual é usado para refrigerar os super-magnetos usados para acelerar o feixe de prótons.

Do artigo original:

‘We’re finishing a marathon with a sprint,’ said LHC project leader Lyn Evans. ‘It’s been a long haul, and we’re all eager to get the LHC research programme underway.’

Pronto! Agora estou preocupado mesmo. Isso é lá hora para se ter pressa?

Uma equipe de cientistas da universidade de University of Reading liderados pelo prof. Kevin Warwick, trouxeram a vida, literalmente, nessa quarta-feira, 13 de Agosto de 2008, Gordon. Um robô inteiramente controlado por células de cérebro de rato vivas e cultivadas em laboratório.

A experiência pretende determinar os limites da inteligência artificial e a integração de tecido vivo com equipamento eletrônico. Segundo a matéria, nosso novo amigo Gordon possuí um cérebro formado por uma massa cinzenta contendo entre 50.000 e 100.00 neurônios.  Você provávelmente possuí alguma coisa perto de 100 Bilhões. Não espere que Gordon vá jogar xadrex com você.

Talvez o neto dele.

Lendo a matéria com cuidado, só consigo lembrar das olimpíadas. Vejo um bando de cientistas nadando bem na frente da linha da ética.

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Entendeu o trocadilho? Não… bem não foi tão bom assim… A BBC noticiou que cientistas da Universidade de Berkley na Califórnia liderados pelo Dr. Xiang Zhang desenvolveram uma tecnologia nanométrica capaz de desviar a luz em torno de objetos 3d. Permitindo que os mesmos fiquem invisíveis.

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Creative Commons License photo credit: lynnsta

Já havia noticiado, aqui, uma pesquisa diferente com resultados semelhantes.

O Dr. Zhang garante que as aplicações são muitas e vão desde missões secretas até o uso para em microscópios mais eficiêntes e que nunca pensou em invadir o vestiário feminino.

O segredo está na escolha do materiáis usados para criar o manto que permitem o efeito desejado.

Eu por outro lado só consigo pensar em besteira.

É café solúvel mas é café. Justine, a amiga reproduzida nessa página é o primeiro resultado de um projeto de 6,3 Milhões de Euros conduzido pelo prof. Bruno Siciliano.

Mas fique tranqüilo, o projeto não é para criar um robô para fazer café. A idéia é criar um robô capaz de reproduzir o movimento de braços e mãos humanas. Notadamente usando ambas as mão para realizar uma tarefa.  Segundo o prof. isso não é coisa simples de se reproduzir nem de aprender, principalmente quando a máquina tem que ser consciente das suas limitações de espaço.

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