A Linux Devices  noticia a publicação de um estudo comparativo entre a Gplv2 e Gplv3. O estudo foi desenvolvido por uma empresa produtora de dispositivos para telefonia que tem especial interesse nas cláusulas de proteção à patentes e a tentativa de impedir que dispositivos que usem código licenciado sob Gplv3 possam impedir que seus dispositivos funcionem caso o código contido neles seja adulterado.

O artigo escrito por Liz Laffan tem 18 páginas e segundo o artigo vale a leitura. Pode ser baixado aqui. Eu lerei durante o fim de semana e assim que puder publico uma análise detalhada.

Todos nós acompanhamos de perto a mais recente novidade no mundo do tratamento digital de imagens, o paper lançando por Shai Avidan  Não? 

Trata-se de um algoritmo de processamento de imagem, principalmente para redução e exclusão de áreas, sem perda sensível de qualidade que está fazendo um maremoto no mundo da computação gráfica. Não viu? então de um play no vídeo a seguir:


Que tal? Bem, a boa notícia é que vocë já pode fazer isso com o Gimp. Não acredita? Acredite. Está aqui Liquid Rescale Gimp Plugin. Requer o gimp 2.2 e pode ser baixado aqui.  Regojizai-vos!

Não é preciso destacar que na vida real, as coisas não são tão rápidas quanto no demo do algoritmo. Se ficar perdido procure por Liquid Rescale no menu de Camadas do Gimp. clique lá e boa pesquisa. O plugin está em franco desenvolvimento e em umas duas ou três versões vai mudar a forma como você trabalha suas imagens.

O Mashable reporta que o problema do Gmail reportado aqui, já foi solucionado. O que permite que você volte a navegar na internet enquanto mantém seu Gmail aberto.
Segundo o artigo a Google não chegou a receber nenhum relatório indicando que a vulnerabilidade tenha sido utilizada por algum sujeito do mal.

Se você trabalha com tecnologia de vez em quando dever ter uma dúvida atazanando seus pensamentos.
Caramba! Como é que esses caras fazem isso? O que eles usam?
O Royal Pingdom resolveu ajudar um pouco a resolver essa dúvida. Listou 9 dos maiores e mais freqüentados sites da internet e classificou o que eles usam para fazer sua mágica:
O resumo da ópera é o seguinte:

Sistema operacional Linux 7,  Windows 2
Servidor Web Apache 7, IIS 2, Lighttpd  2
Scripting PHP 4, Perl  4, ASP NET 2 – python 1 – Java 1
Database MySql 7, MsSql Server 1 (talvez 2)

Destaca que 5 dos nove usma o Memcached como sistema de cache de memória.
Lendo a lista algumas coisas saltam aos olhos. Apesar de relativamente nova a linguagem Python já emplaca um dos mais visitados sites da história, o YouTube. Só um deles usa java, o Flickr, mesmo assim em combinação com PHP e Perl. Me surpreende, pessoalmente a grande incidência de Perl. Estava pronto para criticar o ASP.Net e eis que ele aparece no MySpace, junto com o IIS.
Se eu fosse um cara mal diria que o MySpace só usa o IIS/Asp.Net por pertencer ao Rupert Murdoch que tem uma longa história de parceria com a Microsoft. Mas eu não sou tão mal assim para dizer uma coisa dessas…
O MySql é sem dúvida o grande vencedor apontado por essa lista. Junto com o Linux eles formam, sem dúvida a plataforma sobre a qual deveríamos começar nossos servidores.

Mesmo que essa pesquisa não mostre isso claramente, já que há um claro empate entre o Perl e o PhP, a pesquisa anterior com outros sites mostrava que o PHP era a linguagem mais utilizada.
A pesquisa não inclui os sites da Microsoft, que usam a tecnologia da própria empresa.

Não importa quão rápido e otimizado seu site seja ele ainda é lento. Ponto! Falei.

Absorva esse conceito, interiorize isso e sua vida será uma busca eterna por melhorias na eficiência do seu site. Atitude louvável para quem se pretende desenvolvedor web.

Dito isso. Vamos ao que interessa: Uma das coisas mais irritantes no carregamento de uma página web é o tempo gasto pelo servidor para resolver http requests.

Já pensou nisso? Cada imagen, arquivo javascript, arquivo css.. etc. Que a amável leitora coloca nas lindas páginas que faz representam uma resolução http. Ou seja, todo esforço de gerência de memória, alocação de ponteiros e análise e resposta que seu apache tem que fazer. Um Kbyte de memória para cá um kbyte de memória para lá e pumba! Lá se vai seu page load time para o espaço. Eu sei, eu sei, o apache otimiza essas coisas e isso só é realmente importante para sites com algumas centenas de milhares de páginas por segundo.

Existem várias técnicas para melhorar isso. Agregar e comprimir todos os arquivos de estilo em um único arquivo, fazer o mesmo com os javascripts e usar um css sprite para suas imagens.

Como? Nunca ouviu falar de css sprite? Não se sinta excluída, somos um clube bem grande.

De fato, li sobre isso há algum tempo mas como o trabalho para implementar seria muito maior que o ganho em velocidade deixei de lado entre um resquício de memória e outro.

Eis que hoje. Sem nenhum aviso prévio é lancançado um site com uma ferramenta gratuita para a criação online de css sprites.

Mas que diabos é isso? Pergunta a jovem e impaciente, leitora.

Trata-se de uma técnica para agrupar todas as imagens do seu site em uma única imagem e, usando coordenadas X.Y tirar vantagem da propriedade css background-position para definir o que pode ou não pode ser visto para cada elemento do seu site. Viu é simples: Você pega todas as imagens do seu site, abre o gimp, junta todas as imagens uma do lado da outra e salva em uma nova imagem. Depois vai de elemento em elemento do seu site e ajusta o background-position para mostrar só a parte que interessa da imagem àquele elemento. Fácil, fácil!

Aí.. quando já estava por desisitir eis que surge Website Performance. Com uma ferramenta onlie… bem você já entendeu a idéia.

Manda ver! Teste a ferramenta! Eu pretendo fazer isso assim que terminar o Thyamad Conference System, corrigir os erros do template desse blog, colocar no ar o projeto do Valmir, revisar o blog da esposa … etc.. etc.. etc… mas um dia eu testo.

Um dos sites mais respeitados em terras de Tio Sam é o Techrepublic. Lei-o regularmente e sempre que posso ou acho interessante, trombeteio aqui as notícias ou colunas importantes que aparecem por lá. Principalmente por que meus amáveis leitores não são lá muito chegados ao idioma inglês.

Pois não! Qual não foi minha surpresa quando vi um artigo sobre o nosso querido eGroupware. Não é um artigo qualquer é um artigo na coluna de Jack Wallen que passa seus dias tentando localizar boas soluções para seus clientes. 

Concordo com ele e ressalto que o eGroupware acrescido da nossa tupiniquim Jegue Panel formam o conjunto à ser batido no que diz respeito a trabalho em grupo. Fico mais orgulhoso ainda por que não faz nem tanto tempo assim que esse pobre blogueiro ressaltou a qualidade desses dois projetos.

Ryan Naraine da ZdNet, noticía a existência de uma nova falha de segurança do Gmail.
Desta vez o buraco foi descoberto por Petko D. Petkov (cuidado, se não entende não clique aqui.).

“A pobre vítima, enquanto deixa seu Gmail aberto visita uma pagina maliciosa. Essa página executa um comando e instala um filtro nas regras de filtro da pobre vítima. Para fazer qualquer uma das coisas que os filtros do Gmail permitem.. como apagar, classificar ou encaminhar e-mails para outras contas. Com isso é possível, por exemplo direcionar todos os e-mails com anexos para uma outra conta qualquer.”

A técnica é conhecida como cross-site request forgery (ou requisição forjada entre sites).

Acautelai-vos! A falha é grave e o Google deve levar algum tempo para resolve-la.

Por falar nisso: clicou no link marcado “cuidado se não entende não clique aqui“. E agora? Como é que você vai saber que seu Gmail não está infectado? Não me culpe, eu avisei!

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O Yahoo Finance divulgou uma pesquisa da Evans Data Survey sobre o desenvolvimento de software de código aberto.

Segundo a pesquisa e o artigo, apenas 6% dos desenvolvedores trabalhando com código aberto já adotaram a GPLv3 e dois terços (aprox. 66%) declararão que não adotarão a GPLv3 no próximo ano com 43% declarando que não adotarão nunca ( Expressivo. Muito expressivo. Nunca diga Nunca!)

É claro que isso tudo é graças a uma conspiração da Microsoft com os poderes do mal contra a liberdade da sociedade e a favor da manutenção do monopólio opressivo sobre o povo pobre. E nada tem a ver com o fato que a GPLv3 é uma das licenças de software livre mais restritivas já escritas.

Se alguém aí tiver grana para comprar essa pesquisa. O blogueiro de esquina aqui. Gostaria muito de lê-la.

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Atendendo à pedidos, instalei o ooVoo , conhecido nos bares como: O Skype da vídeo conferência. A coisa funciona. E bem.

Fizemos um teste com três pessoas em três continentes e mesmo com a minha conexão meia boca conseguimos nos ver e conversar bem. Já deu até para ficarmos conectados a tarde inteira trabalhando como se estivéssemos na mesma sala e no mesmo projeto.

Não tem nada a ver com o ooVoo, mas foi interessante trabalhar uma tarde inteira com duas pessoas de culturas diferentes em projetos diferentes. Nós três temos um problema em comum. Filhos. Todos fomos várias vezes interrompidos pelos respectivos rebentos ao longo da tarde/manhã/noite enquanto trabalhávamos.

Infelizmente, por enquanto só no windão véio de guerra. Mas já se fala no Mac.

Fico aqui, com meus botões, procurando uma vaga na agenda para ver quantos bodes terei que sacrificar para rodar esse treco no Ubuntu.

Desenvolvo em php (eu sei, outro pecado.) e por isso, trabalho com o mysql muitas horas por dia. Conheço pouco de bancos de dados, alguma teoría dos tempos de universidade, uma leitura aqui e outra ali. Mesmo assim, tenho que trabalhar com eles todos os dias o dia todo.

Graças a essa deficiência, estou sempre a busca de novas alternativas para tornar meu trabalho mais fácil.

Uso o phpmyadmin com frequência, mas para desenvolvimento. Aquele carregamento infinito de páginas é um saco. Tentei o Mysql Administrador. Só para ver a estrutura de uma tabela são dois cliques, além do alt-tab, para ver os dados mais dois e para rodar um script sql. Outro aplicativo.

Ai, em uma dessas andanças (ou direi naveganças) encontrei o Emma. Um pacotão, apesar do tamanho reduzido. Desenvolvido em python para o gnome. Simples e maravilhoso. Seu uso reduziu minhas consultas a estrutura do banco de dados a um alt-tab e um clique. Tudo o que eu queria. Na maior parte do tempo só o alt-tab. E suspeito que em alguns dias não vou mais precisar do mouse. Deve ter um atalhozinho de tecaldo em algum lugar.:)

Para instalar no Ubuntu, e suspeito que no Debian também. Basta um apt-get install emma. Desde que você tenha os repositórios certos liberados (universe/multiverse).