Envie seu nome para Marte

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Esta é mais uma daquelas coisas que só a Nasa faz por você.
Em uma promoção inédita a agência espacial americana resolveu permitir que nós, meros mortais, tenhamos o luxo de enviar o próprio nome para Marte.
Entre os dias 4 e 6 de dezembro de 2014, a nave Orion, irá fazer duas órbitas de teste em volta da Terra e se espatifar no Oceano Pacífico. Seu nomezinho, querido do coração, estará a bordo desta nave em um chip. A partir desta jornada, seu nome será enviado para Marte em uma das próximas missões e, com dada missão, indivíduos selecionados irão acumular… imagine… milhas espaciais.

Você, fazendo parte da história da exploração espacial…
ainda está lendo aqui? clique aqui e envie seu nome…

Remédios melhores graças a levitação acústica

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Cientistas do laboratório Argone publicaram um estudo onde mostram o uso de ondas acústicas de alta frequência, além da capacidade auditiva humana, e alta intensidade para levitar gotas de medicamento. A ideia é provocar a evaporação dos medicamentos antes que estes cristalizem.

Medicamentos amorfos, não cristalizados são mais solúveis e são absorvidos melhor pelo organismo.

Explicou Chris Benmore líder do estudo.

fonte: Wired

IBM fotografa o interior de uma molécula

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Os limites internos e externos dos átomos em uma única molécula

Molécula vista com altíssima resolução

A fotografia acima, com toda certeza é uma das mais importantes já tiradas. Trata-se da foto de uma única molécula de Hexabenzocoronene, seis moléculas de benzeno em um arranjo especial (C42H18), pode-se ver a ligação entre os átomos, o espaço livre entre eles e a diferença entre as ligações internas e a camada externa.

Na imagem a seguir, peguei a foto original da IBM e fiz a sobreposição da molécula do Hexabenzocoronene, como imaginamos que os átomos deveriam estar organizados considerando o que sabemos sobre as forças que atuam no nível atômico. A coincidência é assustadora.

Sobrepondo os átomos teóricos sobre a foto da IBM

Sobrepondo os átomos teóricos sobre a foto

Para retirar esta foto, o time de pesquisadores da IBM, pegou uma agulha, passou pela molécula e foi registrando em meio eletrônico os vales e aclives da molécula. Simples assim.

Agora imagine a espessura desta agulha. Imagine a necessidade de isolamento para que uma respiração, ou pensamento mais intenso, não provocasse uma vibração. Simplesmente incrível.

A pesquisa é necessária para entender as complexidades da distribuição atômica e tem grande importância para os semicondutores do futuro.

Fonte: BBC

A Descoberta do Boson de Higgs pode ser anunciada nos próximos dias

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Há pouco menos de 100 anos começamos a definir um modelo de como o Universo funciona, a partir das forças básicas e das partículas elementares. Este gigantesco esforço de pesquisa e imaginação parece estar chegando ao seu ápice. A comunidade científica está, há semanas, especulando que no próximo dia 4 de julho os cientistas do Large Hadron Collider anunciarão a observação inequívoca do Boson de Higgs.

a descoberta do boson de higgs e o modelo padrão

Este modelo de funcionamento do Universo, conhecido como modelo padrão, começou a ser desenvolvido no começo do século XX por Rutherford, Einstei, Cury, Dirac, Bohr e tantos outros que fica difícil contar e, ao longo das décadas, foi sendo aprimorado, corrigido e comprovado por dezenas de milhares de experiências e observações. Falta o Boson de Higgs. Previsto pela primeira vez na década de 60 do século XX esta partícula hipotética, se comprovada, explicaria por que e como as outas partículas possuem massa.

Existem duas classes de partículas elementares os bosons e os férmions. Os primeiros caracterizados por obedecerem as leis estatísticas de Bose-Einstein e de serem capazes de serem capazes de ocupar o mesmo lugar no espaço desde que estejam no mesmo nível energético, incluem os fótons e glúos além, é claro, do famoso Boson de Higgs objeto deste artigo.

Nove autores de três diferentes artigos, todos durante a década de 60, explicaram como bosons poderiam, espontaneamente, adquirir massa. São eles: Philip Warren Anderson, François Englert,  Robert BroutPeter HiggsGerald GuralnikC. R. Hagen,  Tom Kibble.  Steven Weinberg e Abdus Salam. Higgs levou a honra de nomear a partícula por ter liderados a criação da teoria que explica o surgimento da massa a partir da energia de duas outras partículas. Este boson que caçamos tão ávidamente explica como o Universo, em um dado momento, foi capaz de criar a massa que percebemos hoje dando origem tanto a matéria quanto a antimatéria. Nada de mais só …. tudo.

Uma vez descoberto, o boson de Higgs selará o modelo padrão e, até onde sabemos hoje, nada mais será necessário para explicar o Universo. Os físicos ficarão exultantes.

Na virada do século XX um professor de uma grande universidade da Alemanha soube que seu mais brilhante aluno resolvera estudar física. Sem hesitar, mandou chamar o aluno e, em um sermão de 20 minutos explicou por que este não deveria desperdiçar seu talento em uma ciência morta como a física. Disse o ilustre professor: Na física, nada mais há para ser descoberto. Tudo se sabe e entende. O aluno brilhante como poucos mas teimoso como uma mula insistiu e acabou por descobrir que o átomo na verdade era formado de partículas menores. Não fosse a teimosia de Rutherford não teríamos hoje a televisão, o microondas e o computador, para citar algumas “modernidades” possíveis graças ao conhecimento do funcionamento da matéria.

Uma vez descoberto, o boson de Higgs selará o modelo padrão e, até onde sabemos hoje, nada mais será necessário para explicar o Universo. Os físicos ficarão exultantes.

Até onde sabemos hoje!

Lançado o Sci2 framework para pesquisa científica

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Lançada a versão 1.0 do Science to Science, um conjunto de ferramentas, ou framework, em código aberto especificamente desenvolvido para facilitar o acesso aos algoritmos e ferramentas de visualização que são mais utilizados na pesquisa científica.

Este framework inclui todas as ferramentas que você precisa para pesquisa científica

O Sci2 provê um ambiente flexível para a utilização de alguns dos mais notáveis algoritmos para pesquisa e análise de dados. Incluindo Burst Detection, Google PageRank, VxOrd (DrL),  Yahoo! Geocoding entre outros. Suporta análise temporal, geo-espacial, e de redes.

Este release construído com o  CIShell v2.0 (http://cishell.org), disponibiliza documentação online, visualização para daltônicos, um leitor de citações do Google Scholar, a linguagem de programação R, o pacote Gephi para visualização de redes em um conjunto integrado e de fácil utilização.

Baixe o Sci2 v1.0 Agora!

O framework é compatível com qualquer sistema operacional capaz de rodar o Java SE 5 (version 1.5.0) ou mais novo instalado na sua máquina.

Livermorium & Flerovium dois elementos novos anexados a tabela periódica

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Finalmente a União Internacional da Química Pura e Aplicada oficializou a entrada de dois novos elementos na tabela periódica o livermórium e flerovium (FLERÓVIO E LIVERMÓRIO). Descobertos no final de 2012 estes dois novos elementos foram, oficialmente anexados a tabela periódica que agora conta com 228 elementos.

Os dois elementos foram criados artificialmente pelo homem esmagando ions de cálcio com 20 prótons contra átomos de curium. Resultando nos ditos elementos.

Notícia Original: Wired

O fleróvio (114, símbolo atômico Fl) foi nomeado em homenagem ao físico russo Georgiy Flerov (1913-1990). Descobridor da fissão espontânea do urânio e fundador  do Laboratório de Reações Nucleares, um dos primeiros na Rússia. Este centro de pesquisas participou da ‘fabricação’ do elemento 114.

O livermório (116, símbolo atômico Lv), por sua vez, foi nomeado em homenagem ao Laboratório Nacional Lawrence Livermore (LLNL, na sigla em inglês) e à cidade de Livermore, na Califórnia. Um grupo de pesquisadores deste laboratório ajudou a fabricar o livermório junto com os russos do Laboratório de Reações Nucleares em Dubna.